À ela, minha amiga, conselheira e confidente, que amo com todo coração, dedico essas palavras. =D
Kah, fazem três anos que a gente se conhece, sem contar aquele um mês que passamos juntas quando fizemos natação, bem mas voltando ao assunto, são três anos que eu pude usufruir de uma convivência diária contigo, onde aprendi muita coisa e que agora sinto uma imensa saudade.
Tu foi e é a pessoa que mais me intende, e tu sabe que eu sou um pouco difícil....
tu fico ao meu lado em todas as horas, desde as más até as boas, claro que às vezes reclamando, mas aí isso não vem ao caso né?! Mas bem, eu não sei o que seria de mim sem ti, me ouvindo e aguentando todas as minhas besteiras, tão amiga que chegava a liga aqui pra casa pra me ameaça se eu não falasse com minha mãe. E falando em ligar...se lembra que tu me ligava todo dia lá por meio dia e meio?!Sempre, não tinha um dia que eu ela não me tirasse da mesa, o mais incrível disso, é que eu morava perto da escola e ela, lá longe e não sei como, ela almoçava antes que eu, bem antes!!!!
Ah! Kah, como eu sinto saudade de te ver todos os dias e te conta as minhas histórias, porque, agora, ela entra uma vez na vida e outra na morte no msn...hunf
Todo o tempo que a gente passou juntas, vai ficar guardado no meu coração PRA SEMPRE.
Mas nossa amizade, ainda vai rende muitas histórias, ela não acabou por aqui, o que é verdadeiro, não morre assim.
TE AMO MINHA LOIRA MAIS LINDA!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
William Shakespeare
Não lamentes por mim quando eu morrer
Senão enquanto o surdo sino diz
Ao mundo vil que o deixo e vou viver
Em meio aos vermes que inda não mais vis.
Nem te recordo o verso comovido
A mão que o escreveu, pois te amo tanto
Que antes achar em tua mente olvido
Que ser lembrado e te causar o pranto.
Ah! Peço-te que ao leres esta queixa
Quando for minha carne consumida,
Não te refiras ao meu nome e deixa
Que morra o teu amor com minha vida.
Não veja o mundo e zombe desta dor
Por minha causa, quando morto eu for.
Senão enquanto o surdo sino diz
Ao mundo vil que o deixo e vou viver
Em meio aos vermes que inda não mais vis.
Nem te recordo o verso comovido
A mão que o escreveu, pois te amo tanto
Que antes achar em tua mente olvido
Que ser lembrado e te causar o pranto.
Ah! Peço-te que ao leres esta queixa
Quando for minha carne consumida,
Não te refiras ao meu nome e deixa
Que morra o teu amor com minha vida.
Não veja o mundo e zombe desta dor
Por minha causa, quando morto eu for.
William Shakespeare
Se ao bronze, à pedra, ao solo, ao mar ingente,
Lhes vem a Morte o seu poder impor,
Como a beleza lhe faria frente
Se não possui mais forças que uma flor?
Com um hálito de mel pode o verão
Vencer o assédio pertinaz dos dias,
Quando infensas ao Tempo nem serão
As portas de aço e as ínvias penedias?
Atroz meditação! Como esconder
Da arca do Tempo a jóia preferida?
Que mão lhe pode os ágeis pés deter?
Quem não lhe sofre o espólio nesta vida?
Nada! A não ser que a graça se consinta
De que viva este amor na negra tinta.
Lhes vem a Morte o seu poder impor,
Como a beleza lhe faria frente
Se não possui mais forças que uma flor?
Com um hálito de mel pode o verão
Vencer o assédio pertinaz dos dias,
Quando infensas ao Tempo nem serão
As portas de aço e as ínvias penedias?
Atroz meditação! Como esconder
Da arca do Tempo a jóia preferida?
Que mão lhe pode os ágeis pés deter?
Quem não lhe sofre o espólio nesta vida?
Nada! A não ser que a graça se consinta
De que viva este amor na negra tinta.
William Shakespeare
Tempo voraz, ao leão cegas as garras
E à terra fazes devorar seus genes;
Ao tigre as presas hórridas desgarras
E ardes no próprio sangue a eterna fênix.
Pelo caminho vão teus pés ligeiros
Alegres, tristes estações deixando;
Impões-te ao mundo e aos gozos passageiros,
Mas proíbo-te um crime mais nefando:
De meu amor não vinques o semblante
Nem nele imprimes o teu traço duro.
Oh! Permite que intacto siga avante
Como padrão do belo no futuro.
Ou antes, velho Tempo, sê perverso:
Pois jovens sempre há-de o manter meu verso.
E à terra fazes devorar seus genes;
Ao tigre as presas hórridas desgarras
E ardes no próprio sangue a eterna fênix.
Pelo caminho vão teus pés ligeiros
Alegres, tristes estações deixando;
Impões-te ao mundo e aos gozos passageiros,
Mas proíbo-te um crime mais nefando:
De meu amor não vinques o semblante
Nem nele imprimes o teu traço duro.
Oh! Permite que intacto siga avante
Como padrão do belo no futuro.
Ou antes, velho Tempo, sê perverso:
Pois jovens sempre há-de o manter meu verso.
Minha luta
Olho ao meu redor à procura de um sinal que me transporte deste lugar até o seu lado. Estou dentro de minha própria cabeça, encurralada e com medo, sempre tentando encontrar uma saída, mas cada vez fica mais difícil e toda aquela esperança que um dia tive dentro de mim, vejo se esvaindo por entre meus dedos. A dor pode estar predominando, mas não vai ser fácil assim, eu não vou deixá-la me tomar, vou lutar mesmo sabendo que poderá ser em vão, pois você pode não estar mais aqui, mas eu continuo viva, meu coração ainda pulsa dentro de mim, a respiração pode já estar ofegante, mas o amor que um dia senti, me dará mais tempo de lutar.
Sou o que restou, mas esse resto ainda persistirá pelo tempo que for necessário, até que nada mais valha e a morte seja inevitável. Mas será com um sorriso nos lábios, que partirei.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pontualidade!
"- Pessoas atrasadas me deixam louca! - a treinadora exclamou. - Estou gostando muito do fato de o tempo ser respeitado aqui,porque gosto de saber o que esperar. Respondendo à sua pergunta,Simeão, eu capto várias mensagens quando uma pessoa se atrasa. Uma é que o tempo dela é mais importante do que o meu, mensagem que considero bastante arrogante. Atrasar-se também transmite a mensagem de que eu não devo ser muito importante para a pessoa, porque ela certamente seria pontual com alguém que ela achasse importante. Também me passa que a pessoa não é muito honesta, porque pessoas honestas cumprem a palavra e seguem os compromissos, inclusive os de tempo. Atrasar-se é um comportamento extremamente desrespeitoso e, pior, cria hábito. - A treinadora tomou fôlego depois do discurso. - Obrigada, por permitir-me pregar."
HUNTER,C. James. O monge e o executivo. cap. O verbo. pág. 89.
HUNTER,C. James. O monge e o executivo. cap. O verbo. pág. 89.
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